domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Gosto de você porque somos cúmplices. Gostamos de cachecóis, palavrões e coincidências. Não gostamos de elevadores, soluços e silêncios. Gosto da insônia que nos deu uma coleção de madrugadas pra relembrar. Gosto dos finais imprevisíveis das suas histórias e de figurar nelas. Do barulhos que as moedas fazem no seu bolso quando você anda. Da sua insistência em não correr mesmo quando a chuva aperta. Do nosso timing - Não falamos na vez do outro e ouvimos muito atentamente quando um dos dois fala. Gosto de te ver guardar meus segredos e nunca mais tocar no assunto, só pra deixar claro o quão bem estão guardados. Gosto do nosso medo da morte e do escuro - Importante: todas às vezes que preciso apagar as luzes lembro das nossas mãos dadas para que o medo passe. Gosto das nossas diferenças. De quando você pergunta por anda aquela camiseta que não uso faz tempo. Gosto de te ver fingir que gostou de algo porque eu quis muito mostrar. Gosto de sentir saudades. Gosto dos teus olhos quando eles me olham e de te olhar. Gosto porque somos o que somos.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Olho para baixo e me surpreendo ao me encontrar no meio de um pequeno círculo de pedra. No centro, diretamente entre meus pés, há um octógono de cobre-bronze com uma estrela. Palavras estão gravadas ao redor deste: Poin zero des routes de France. É traduzido como ''Ponto zero das estradas da França''. Em outras palavras, é o ponto no qual todas as outras distâncias da França são medidas. É o início de tudo. Tem de se começar por algum lugar. Agora, faça um pedido. Coloque seus pés na estrela e faça um pedido.
Ouvi que se alguém pisa aqui está destinado a voltar a Paris algum dia!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
"Tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço"
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Somos aquele casal formado por idiotas que tem a missão de fazer o outro rir. Tiraríamos fotos e as colaríamos nas paredes do nosso quarto. Eu iria usar a sua camisa, enquanto você usasse o meu sutiã por cima da blusa pra me fazer rir. Você sempre brincaria comigo me imitando na tpm. Eu com todas as minhas crises de ciúmes, não deixaria você chegar perto de nenhuma garota que não fosse eu. Você com seu senso de humor, faria qualquer palhaçada pra me arrancar um sorriso. Você me jogaria na piscina, eu te puxaria junto. Você inventaria de cozinhar mas sempre resultaria em pizza. Haveriam algumas brigas também, mas elas sempre acabariam em você me roubando um beijo e eu te chamando de bobo. Te chamaria de idiota, chato, lerdo, mas no final admitiria que não sei viver você. Decoraria todas as suas manias, e te diria o quanto o seu sorriso é o mais bonito de todos.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Vem aqui, chega mais perto. Pege teus braços e me envolve neles. Pega teus dedos e esconde em meus cabelos, encosta tua cabeça na minha e diz que eu te canso. Morde minha orelha só pra me ouvir implorar por você. Pega tuas pernas e descansa elas em mim. Usa teu perfume mais barato só pra sentir meu vapor quente no teu pescoço. Me irrita, me faz perder a linha, me envolve, me solta, me pega de jeito e não solta. Coloca a música mais chata só pra me fazer dizer que faço qualquer coisa pra você tirar. Diz pra mim que eu sou a pior parte do seu dia. Reclama da minha chatice. Diz que se meteu numa cilada. Me conta teus segredos, me faz um solo de guitarra só pra eu dizer que com isso você não vai me conquistar. Me beija de leve a boca fazendo aos poucos com que meu corpo esteja mais junto ao teu. Faz greve de mim. Mas vem. Vem imperfeito mesmo, vem descalço, vem com medo, vem com coragem, vem e me esquenta. Toca min’alma gelada e derrete o medo de te amar. Mas vem. Vem que um dia eu vou. Mas vem você. Vem cuidar da sua pequena, vem.
[peoplelikecoffee]
sábado, 10 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Paris mais romântica
Já não basta Paris ser romântica por apenas ser Paris, ela tem que ter algo que ''prove'' esse romantismo. E isso fica por conta dos diversos cadeados que foram colocados na Pont dês Arts. Os casais escrevem suas iniciais nos cadeados e os trancam ali e atiram a chave no Rio Sena. Reza a lenda que os lovers estarão amarrados para sempre.
Mais uma coisa na minha lista de ''O que fazer quando for a Paris!''
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fiquei quarenta e sete dias com o homem mais bonito do mundo. Todo mundo olhava pra ele. Homens, mulheres, velhinhos, crianças, cachorros, pombas, formigas. Ele poderia ter qualquer uma das anjinhas da Victoria's Secret mas preferia estar comigo. Ele definitivamente não tinha nenhum problema sexual, aliás, muito pelo contrário: fazia parte do seletíssimo grupo de homens que, apesar de não fazer feio em medidas, são adeptos do sexo minimalista (aquele que sabe o valor da delicadeza pontual, ritmada, paciente e amorosa), entendia os filmes do Reserva Cultural e me explicava as palavras mais difíceis das músicas da Radiohead. Tudo ia muito bem até que um dia, na fila pra comprar uma bomba de chocolate numa rua de Cachoeiro, eu resolvi explodir aquela relação. Ele era tão bonito que me... que me... que sei lá. Lembro que na hora pensei algo assim: ''ah, má vá ser bonito assim lá na puta que o pariu''. Mas ele não foi. Ficou. E pra sempre.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades…
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei…
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser…
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro…
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser…
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências…
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que…
não sei onde…
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi…
domingo, 4 de setembro de 2011
“Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços… trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões… Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas…”
domingo, 28 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Uma versão punk de Romeu & Julieta
Crescemos ouvindo aqueles contos de fada onde a mulher come o pão que o diabo amassou, dai vem um principe lindo e maravilhoso, eles se casam e vivem felizes para sempre. E o pior é que ficamos achando que isso um dia irá acontecer conosco também!
Mas o que queremos de verdade?
Um principe encantado, que não existe, ou alguém que realmente nos ame de verdade? Nos ame como somos realmente!
Sabe aquela história do Romeu & Julieta? Pensa que é mentira?
Essa eu tenho certeza que pode acontecer (na verdade já aconteceu)!
Uma versão punk da velha história escrita por William Shakespeare.
Em 1977, John Simon Ritchie-Beverly, conhecido no mundo inteiro como Sid Vicious (baixista do Sex Pistols), conheceu Nancy Spungen, uma drogada que tentava a vida como prostituta em Nova York e acabou com fama de groupie, por correr atrás de vários astros do rock. Como ninguém gostava dela, ela arriscou a sorte na Inglaterra e foi parar no apartamento da amiga Linda Ashby, o mesmo de Sid, bem na epóca que Sid entrou nos Sex Pistols.
Sid ainda era virgem quando conheceu a Nancy e com ela descobriu os prazeres da carne e se viciou em heroína.
Os amigos de Sid tentaram afastá-la dele, e abrir seus olhos. Malcon, sem sucesso, tentou sequestrá-la, mas apenas conseguiu mantê-la fora da turnê americana, porém, Sid bebia e falava de Nancy o tempo todo durante a turnê.
Após o termino da banda, Sid foi morar com Nancy em Nova York, no hotel Chelsea.
Em 1978, Nancy tornou-se manager de Vicious. Chegou um momento em que Sid estava convencido de que ele era a alma da banda e que poderia muito bem seguir em carreira solo. Até fez uma versão da música My Way (de Paul Anka), mas não foi muito longe. A carreira solo de Sid fracassou completamente e todo o dinheiro que conseguia era destinado ao vício em heroína.
Em 13 de outubro (ou 12 de dezembro, varia conforme a fonte), Sid encontrou Nancy morta no banheiro do quarto nº100, onde moravam, com uma facada no abdome. Uma das histórias, diz que Sid estava drogado e a matou. Outra versão, envolve dinheiro desaparecido durante o assassinato e conta que Nancy foi assassinada por um traficante que vivia no apartamento. A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou aos 20 anos.
Sid foi preso acusado de assassinar a esposa e, arrasado, tentou se matar várias vezes na cadeia e, enquanto esteve lá, Sid escreveu poesias e músicas para Nancy, que nunca foram gravadas.
Todos acreditavam na desintoxicação de Sid mas, após a festa em homenagem a sua libertação na casa de sua mãe, ele se trancou no banheiro e injetou uma dose a mais de heroína. Depois foi achado morto, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson (sua namorada), na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, de overdose de heroína. Acredita-se que Sid havia roubado a droga da própria mãe (que tem registro de prisão por posse de drogas).
Após a morte, sua mãe encontrou na sua jaqueta uma carta suicida que dizia:
"We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain. Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and motorcycle boots. Goodbye."
("Nós tinhamos um pacto de morte, e eu tenho que manter minha parte no trato. Por favor, me enterre próximo a minha querida com minha jaqueta de couro, jeans e botas de motoqueiro. Adeus")
Pelo fato de Nancy ser judia e ter sido enterrada em cemitério israelita, Vicious não foi autorizado a ser enterrado junto a Nancy. Ele foi cremado e conta-se que sua mãe perdeu parte de suas cinzas no aeroporto de Heathrow e depositou o resto no túmulo de Nancy, contrariando as autoridades judaicas.
Mas o que queremos de verdade?
Um principe encantado, que não existe, ou alguém que realmente nos ame de verdade? Nos ame como somos realmente!
Sabe aquela história do Romeu & Julieta? Pensa que é mentira?
Essa eu tenho certeza que pode acontecer (na verdade já aconteceu)!
Uma versão punk da velha história escrita por William Shakespeare.
Em 1977, John Simon Ritchie-Beverly, conhecido no mundo inteiro como Sid Vicious (baixista do Sex Pistols), conheceu Nancy Spungen, uma drogada que tentava a vida como prostituta em Nova York e acabou com fama de groupie, por correr atrás de vários astros do rock. Como ninguém gostava dela, ela arriscou a sorte na Inglaterra e foi parar no apartamento da amiga Linda Ashby, o mesmo de Sid, bem na epóca que Sid entrou nos Sex Pistols.
Sid ainda era virgem quando conheceu a Nancy e com ela descobriu os prazeres da carne e se viciou em heroína.
Os amigos de Sid tentaram afastá-la dele, e abrir seus olhos. Malcon, sem sucesso, tentou sequestrá-la, mas apenas conseguiu mantê-la fora da turnê americana, porém, Sid bebia e falava de Nancy o tempo todo durante a turnê.
Após o termino da banda, Sid foi morar com Nancy em Nova York, no hotel Chelsea.
Em 1978, Nancy tornou-se manager de Vicious. Chegou um momento em que Sid estava convencido de que ele era a alma da banda e que poderia muito bem seguir em carreira solo. Até fez uma versão da música My Way (de Paul Anka), mas não foi muito longe. A carreira solo de Sid fracassou completamente e todo o dinheiro que conseguia era destinado ao vício em heroína.
Em 13 de outubro (ou 12 de dezembro, varia conforme a fonte), Sid encontrou Nancy morta no banheiro do quarto nº100, onde moravam, com uma facada no abdome. Uma das histórias, diz que Sid estava drogado e a matou. Outra versão, envolve dinheiro desaparecido durante o assassinato e conta que Nancy foi assassinada por um traficante que vivia no apartamento. A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou aos 20 anos.
Sid foi preso acusado de assassinar a esposa e, arrasado, tentou se matar várias vezes na cadeia e, enquanto esteve lá, Sid escreveu poesias e músicas para Nancy, que nunca foram gravadas.
Todos acreditavam na desintoxicação de Sid mas, após a festa em homenagem a sua libertação na casa de sua mãe, ele se trancou no banheiro e injetou uma dose a mais de heroína. Depois foi achado morto, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson (sua namorada), na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, de overdose de heroína. Acredita-se que Sid havia roubado a droga da própria mãe (que tem registro de prisão por posse de drogas).
Após a morte, sua mãe encontrou na sua jaqueta uma carta suicida que dizia:
"We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain. Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and motorcycle boots. Goodbye."
("Nós tinhamos um pacto de morte, e eu tenho que manter minha parte no trato. Por favor, me enterre próximo a minha querida com minha jaqueta de couro, jeans e botas de motoqueiro. Adeus")
Pelo fato de Nancy ser judia e ter sido enterrada em cemitério israelita, Vicious não foi autorizado a ser enterrado junto a Nancy. Ele foi cremado e conta-se que sua mãe perdeu parte de suas cinzas no aeroporto de Heathrow e depositou o resto no túmulo de Nancy, contrariando as autoridades judaicas.
![]() |
| Cena do filme "Sid & Nancy" |
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Seres humanos precisam de muita coisa para se sentirem vivos
Família...
Amor...
Sexo.
Mas só precisamos de uma coisa...
Para estarmos vivos.
Precisamos de um coração batendo.
Quando nosso coração é ameaçado...
Respondemos de uma de duas maneiras...
Ou corremos...
Ou...
Atacamos.
Existe um termo científico pra isso.
Lutar.
Ou fugir.
É um instinto.
Não podemos controlá-lo.
Ou podemos?
Família...
Amor...
Sexo.
Mas só precisamos de uma coisa...
Para estarmos vivos.
Precisamos de um coração batendo.
Quando nosso coração é ameaçado...
Respondemos de uma de duas maneiras...
Ou corremos...
Ou...
Atacamos.
Existe um termo científico pra isso.
Lutar.
Ou fugir.
É um instinto.
Não podemos controlá-lo.
Ou podemos?
domingo, 14 de agosto de 2011
Minha própria terra fechou seus portões para mim. Sozinha no mundo, isso me assusta.
Estou aqui para provar que estão errados. Fui acusado de algo pelo qual vivo.
Em minha terra de sonhos, há alguém que entende... Uma alma amistosa, confiando a vida em minhas mãos.
Sim, eu fiz tudo o que pude! Agora está tomada por um estranho.
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
Minha velha terra é apenas uma pilha de areia... Fria e vazia, mas alguma coisa ainda está lá.
Sim, eu fiz tudo o que pude! Agora está tomada por um estranho.
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
Sou uma verdadeira patriota, você é minha terra!
Você tem minha alma, tem tudo o que eu tinha. Agora estou aqui, e quero tudo de volta!
Em meus sonhos, eu escalo as colinas eu vejo e deixo uma brisa gentil me levar à planícies que eu já havia visto e à um céu azul e limpo. Eu nado em lagos. Eu encontro. Eu construo uma casa lá, que você não pode me tomar.
Estou aqui para reclamar minha terra!
Você não pode me afastar, para sempre!
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
(My Land - Sonata Arctica)
Estou aqui para provar que estão errados. Fui acusado de algo pelo qual vivo.
Em minha terra de sonhos, há alguém que entende... Uma alma amistosa, confiando a vida em minhas mãos.
Sim, eu fiz tudo o que pude! Agora está tomada por um estranho.
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
Minha velha terra é apenas uma pilha de areia... Fria e vazia, mas alguma coisa ainda está lá.
Sim, eu fiz tudo o que pude! Agora está tomada por um estranho.
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
Sou uma verdadeira patriota, você é minha terra!
Você tem minha alma, tem tudo o que eu tinha. Agora estou aqui, e quero tudo de volta!
Em meus sonhos, eu escalo as colinas eu vejo e deixo uma brisa gentil me levar à planícies que eu já havia visto e à um céu azul e limpo. Eu nado em lagos. Eu encontro. Eu construo uma casa lá, que você não pode me tomar.
Estou aqui para reclamar minha terra!
Você não pode me afastar, para sempre!
Jamais se esqueça o que ouviu hoje.
Você descobrirá que não é tão bravo. Se você é homem o bastante, resolva seus problemas sozinho quando outros tiverem seus próprios!
(My Land - Sonata Arctica)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. E se ela se afogar, se recupera. E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça – que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
sábado, 30 de julho de 2011
"Triste é quando você percebe que não é o suficiente pra alguém, enquanto essa mesma pessoa é tudo aquilo que você precisa.
Definitivamente, a partir daí, seus sorrisos já não são mais tão sinceros. As músicas que você ouve já não são mais tão alegres. E você acorda todos os dias com o coração amargurado, esperando que alguma mísera coisa boa aconteça, só pra disfarçar o óbvio. E, tenho que dizer, depois de um tempo, você já nem espera por mais nada.
Às vezes o seu melhor não é o bastante. E aquela sensação de não poder fazer nada pra ser melhor que o melhor bate de frente com todas as esperanças todo o dia.
Agora o álcool é seu melhor amigo. Ele não vai te ajudar a resolver os problemas, mas te faz esquecer deles. É como decidir não os olhar mais, só que espontaneamente. Ou até olhar, mas bem de longe. Bem de longe, e sem as lentes de contato.
Nunca disseram que seria simples. E você precisa de um Han Solo pra te salvar."
Definitivamente, a partir daí, seus sorrisos já não são mais tão sinceros. As músicas que você ouve já não são mais tão alegres. E você acorda todos os dias com o coração amargurado, esperando que alguma mísera coisa boa aconteça, só pra disfarçar o óbvio. E, tenho que dizer, depois de um tempo, você já nem espera por mais nada.
Às vezes o seu melhor não é o bastante. E aquela sensação de não poder fazer nada pra ser melhor que o melhor bate de frente com todas as esperanças todo o dia.
Agora o álcool é seu melhor amigo. Ele não vai te ajudar a resolver os problemas, mas te faz esquecer deles. É como decidir não os olhar mais, só que espontaneamente. Ou até olhar, mas bem de longe. Bem de longe, e sem as lentes de contato.
Nunca disseram que seria simples. E você precisa de um Han Solo pra te salvar."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O que vale não é quantas vezes vocês estiveram juntos durante a semana, o que vale é a intensidade com que vocês aproveitaram os momentos. No fim do dia tudo que a gente mais quer é chegar em casa e ter de quem receber um abraço ou ter pra quem ligar, nem sempre isso é possível porque a outra pessoa tá longe, mas você tem que estar lá pra sua pessoa. Longe ou perto, você tem que estar. Porque é assim que funciona.
"As vezes os sentimentos se embaralham tanto, as vezes tudo fica confuso… As coisas escurecem e você não consegue ouvir seus próprios pensamentos. Você não sabe o que sente, não sabe o que tem. Você só se sente mal, pra baixo, sozinha mesmo que o mundo inteiro esteja contigo. Você só precisa de uma pessoa, só dela e é justamente quem você não tem"
quarta-feira, 27 de julho de 2011
"Acorda, garota! Você é linda, inteligente, tem um ótimo perfume e seus olhos brilham mais que um punhado de purpurina. Por que chora? Perdeu em alguma esquina seu encanto?! Ninguém pode tirar de você seu mais belo sorriso, motivo de idas e vindas saltitantes. Coloque sua música favorita para tocar, respire fundo e faça o que de melhor sabe fazer: ser você!"
(Emmanuelle Marie Cesconetto)
domingo, 24 de julho de 2011
Agora não dá mesmo pra ser feliz, é impossível. Mas quem disse que a gente precisa ser sempre feliz? Isso é bobagem. Como Vinícius cantou ''é melhor viver do que ser feliz''. Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, mas que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, dói demais. Mas passa. Está vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha? Você ainda vai olha-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.
sábado, 23 de julho de 2011
Abraço minhas vontades mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar. Cumpro minhas promessas, mesmo que me doa. Não brinco com os outros pra me distrair, tampouco dou uma de boa samaritana para depois me esconder atrás da moita. Isso não. Por isso, digo e repito: gosto de gente de verdade. Se você é assim, por favor, senta aqui e vamos conversar.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Presta atenção, presta atenção, presta bastante atenção..Eu moro em Londres, uma cidade histórica, linda e vibrante na qual eu amo viver. Você mora em Nova York que é super estimada. Como o atlântico é largo demais para atravessar todos os dias a nado, de barco ou de avião, vamos decidir isso na moeda. Mas se você não quiser aceitar isso eu deixo Londres com todo prazer se você estiver me esperando do outro lado, porque a verdade é que eu te amo, loucamente, profundamente, verdadeiramente e apaixonadamente!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Tem que ter alguma coisa que goste nos casamentos.
Sabe quando a noiva chega e ela faz a grande entrada? Eu gosto de olhar pro pobre do noivo que vai se casar porque apesar de achar que ele é um idiota por entrar de boa vontade na última forma legal de escravidão ele sempre me parece muito, muito feliz.
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Me conheço, se entrego tudo logo de cara, desenvolvo aqueles sintomas clássicos: os ruídos no estômago vazio esperando pra ver se vai mesmo ligar, em quanto tempo, se doze horas ou treze dias depois, e o que essa quantidade de tempo pode querer me dizer. Doida, eu sei, mas não é só isso. Tem também a versão psicótica de mim mesma imaginando o depois da ligação, que filme você vai sugerir no primeiro encontro, a primeira transa, como a gente vai engatar o tal relacionamento, em que partes do corpo sente cócegas, o que você vai achar do tamanho dos meus seios e da minha mania de comer presunto com mel. Quando vejo, lá vou eu, estou vivendo antecipadamente todo o enredo das coisas, sem deixar nada de bom pra realmente acontecer, facilitando o desencanto...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Isso é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama - se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs - ou qualquer nome que eles dão a estes - em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.
Anna Oliphant
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)















