sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Olho para baixo e me surpreendo ao me encontrar no meio de um pequeno círculo de pedra. No centro, diretamente entre meus pés, há um octógono de cobre-bronze com uma estrela. Palavras estão gravadas ao redor deste: Poin zero des routes de France. É traduzido como ''Ponto zero das estradas da França''. Em outras palavras, é o ponto no qual todas as outras distâncias da França são medidas. É o início de tudo. Tem de se começar por algum lugar. Agora, faça um pedido. Coloque seus pés na estrela e faça um pedido.
Ouvi que se alguém pisa aqui está destinado a voltar a Paris algum dia!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
"Tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço"
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Somos aquele casal formado por idiotas que tem a missão de fazer o outro rir. Tiraríamos fotos e as colaríamos nas paredes do nosso quarto. Eu iria usar a sua camisa, enquanto você usasse o meu sutiã por cima da blusa pra me fazer rir. Você sempre brincaria comigo me imitando na tpm. Eu com todas as minhas crises de ciúmes, não deixaria você chegar perto de nenhuma garota que não fosse eu. Você com seu senso de humor, faria qualquer palhaçada pra me arrancar um sorriso. Você me jogaria na piscina, eu te puxaria junto. Você inventaria de cozinhar mas sempre resultaria em pizza. Haveriam algumas brigas também, mas elas sempre acabariam em você me roubando um beijo e eu te chamando de bobo. Te chamaria de idiota, chato, lerdo, mas no final admitiria que não sei viver você. Decoraria todas as suas manias, e te diria o quanto o seu sorriso é o mais bonito de todos.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Vem aqui, chega mais perto. Pege teus braços e me envolve neles. Pega teus dedos e esconde em meus cabelos, encosta tua cabeça na minha e diz que eu te canso. Morde minha orelha só pra me ouvir implorar por você. Pega tuas pernas e descansa elas em mim. Usa teu perfume mais barato só pra sentir meu vapor quente no teu pescoço. Me irrita, me faz perder a linha, me envolve, me solta, me pega de jeito e não solta. Coloca a música mais chata só pra me fazer dizer que faço qualquer coisa pra você tirar. Diz pra mim que eu sou a pior parte do seu dia. Reclama da minha chatice. Diz que se meteu numa cilada. Me conta teus segredos, me faz um solo de guitarra só pra eu dizer que com isso você não vai me conquistar. Me beija de leve a boca fazendo aos poucos com que meu corpo esteja mais junto ao teu. Faz greve de mim. Mas vem. Vem imperfeito mesmo, vem descalço, vem com medo, vem com coragem, vem e me esquenta. Toca min’alma gelada e derrete o medo de te amar. Mas vem. Vem que um dia eu vou. Mas vem você. Vem cuidar da sua pequena, vem.
[peoplelikecoffee]
sábado, 10 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Paris mais romântica
Já não basta Paris ser romântica por apenas ser Paris, ela tem que ter algo que ''prove'' esse romantismo. E isso fica por conta dos diversos cadeados que foram colocados na Pont dês Arts. Os casais escrevem suas iniciais nos cadeados e os trancam ali e atiram a chave no Rio Sena. Reza a lenda que os lovers estarão amarrados para sempre.
Mais uma coisa na minha lista de ''O que fazer quando for a Paris!''
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fiquei quarenta e sete dias com o homem mais bonito do mundo. Todo mundo olhava pra ele. Homens, mulheres, velhinhos, crianças, cachorros, pombas, formigas. Ele poderia ter qualquer uma das anjinhas da Victoria's Secret mas preferia estar comigo. Ele definitivamente não tinha nenhum problema sexual, aliás, muito pelo contrário: fazia parte do seletíssimo grupo de homens que, apesar de não fazer feio em medidas, são adeptos do sexo minimalista (aquele que sabe o valor da delicadeza pontual, ritmada, paciente e amorosa), entendia os filmes do Reserva Cultural e me explicava as palavras mais difíceis das músicas da Radiohead. Tudo ia muito bem até que um dia, na fila pra comprar uma bomba de chocolate numa rua de Cachoeiro, eu resolvi explodir aquela relação. Ele era tão bonito que me... que me... que sei lá. Lembro que na hora pensei algo assim: ''ah, má vá ser bonito assim lá na puta que o pariu''. Mas ele não foi. Ficou. E pra sempre.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades…
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei…
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser…
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro…
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser…
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências…
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que…
não sei onde…
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi…
domingo, 4 de setembro de 2011
“Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços… trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões… Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas…”
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