Mesmo depois de conhecer vários e novos sorrisos, o dele ainda é o meu preferido
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Aqueles lugares, e as experiências que tive neles, eram meus, somente meus. As sensações de solidão, propriedade e adequação que experimentei naquelas viagens estavam criando um mundo particular que, por definição, era impossível compartilhar. Não obstante, eu tentava. Tirava fotografias e postava online álbuns das minhas viagens; no entanto, as imagens foram insuficientes. Elas não tinham êxito porque eram distantes em tempo e lugar do que passei ao estar naquele lugar e naquela hora. Para uma pessoa sentada num escritório ou em uma sala de estar, uma fotografia de um pôr do sol numa montanha no inverno é apenas uma fotografia. Para mim, era a experiência de bater a fotografia. Por exemplo, depois de caminhar por oito horas com raquetes de neve com a minha mochila de 25 quilos subindo o vale de Cottonwood Creek, através de uma floresta desconhecida com uma neve em pó e passar por cascatas congeladas, alcancei o desfiladeiro a 3.960 metros entre os picos Eletric e Broken Hand. Com um privilégio à altura de uma pintura de Albert Bierstadt, assisti ao pôr do sol de luz avermelhada do primeiro solstício de inverno transformar as formações de rocha cobertas de neve de Creston Needle em uma montanha roxa tão majestosa que chorei diante da sua beleza. Uma foto não faria justiça a essa experiência - por maiores que fossem os meus talentos fotográficos, não conseguiria fazer o espectador sentir a combinação transcendente de esgotamento. fadiga, hipóxia, elação e realização pessoal que senti ao presenciar uma vista tão sublime, naquele instante, entre o dia e a noite.
Aron Ralston
domingo, 8 de maio de 2011
Mãe. Três letras e todo o sentimento do mundo reunidos em um único ser. Mãe nos encontra no olhar. No toque. No gesto. São sinceras. Duras. Doam suas vidas pelas nossas. Abrem mão de tudo. Para uma mãe não existe carreira, dinheiro, fome, sono. Mãe alimenta. Nutre. Jamais abandona. Impossível não deixar as lágrimas escorrerem ao lembrar de tudo que elas nos fizeram. Nos fazem. Nos farão.
Sua existência em si é um ato de amor. Sua presença provoca conforto. Segurança. Tranquilidade. Elas têm a capacidade de ouvir o silêncio. Encontram as palavras certas nos momentos mais incertos. Nos conhecem como ninguém. Nos fortalecem quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Mãe é incansável. É zelosa. Mãe é e sempre será mãe. Daquele jeitinho que só mãe sabe ser.
Mãe tem um amor incondicional que nada espera em troca. Mãe tem afeto desmedido e incontido. Não existe mãe no mundo que não lute pelas felicidade dos filhos. Mãe não julga, entende. Não pede, oferece. Não empresta, doa. Não chora, sorri. Mãe acolhe quem precisa. E está sempre disponível para o que precisarmos.
Mãe compreende até o que não dizemos. Para aquelas que são nosso mais belo exemplo de amor desejamos o nosso mais sincero agradecimento.
FELIZ DIA DAS MÃES!
Mãããe, te amo muitão!
sábado, 7 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
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